In a bê

Como um hostel trouxe as mais incríveis amizades de Dublin

Com certeza, esse post é um capítulo especial que vai fugir da linha temporal pois foi o primeiro grupo de amigos que eu fiz aqui. Acho que tudo isso se deve ao F. por sua energia incrível e ao L. pela parceria sem igual. Logo após isso, lembro como se fosse ontem, vi uma garota asiática lavando a louça com um moletom e eu decidi puxar conversa com ela, seu nome era J. e mais tarde, ela me influenciaria a escrever minhas memórias aqui. Conversamos um pouco e acabei pegando o contato dela e combinamos de sair para tomar um café.

Jieon provando os dois sucos

Com um jeitinho único e super animado com seus 30 anos de idade, a J. conquistou minha admiração.

Primeira noite na Diceys

Na mesma semana, vi uma garota que parecia ser japonesa no café da manhã na mesa ao lado da minha e fiquei pensando se deveria puxar conversa com ela ou não. Então tomei coragem e decidi ser diferente do que costumava ser e comecei a puxar papo com ela. Seu nome era bem estrangeiro, K. Fiz minhas brincadeiras de costume e ajudei ela com algumas coisas em Dublin sobre como funcionava. Ela falou que também gostava de xadrez então começamos a jogar em uma das noites.

F. e K. analisando o jogo

Essas pessoas me trouxeram o brilho que eu havia perdido no Brasil.

Eu, F., J., K. e L.

Na outra semana, um brasileiro chamado F. também se junto ao grupo e ali começavam as noites mais incríveis. Saíamos praticamente todas as noites.

Fosse com chuva ou sol, estávamos juntos naquele hostel nos divertindo. Acho que foi o momento mais inocente e puro que eu tive em Dublin. Talvez por isso eu seja tão grato. Todos chegaram juntos e ficaram desbravando a cidade juntos. Cada um com uma história, cada um com um background, todos se comunicando em inglês. O saudosismo chega bate mas a parte boa é que continuamos a nos falar e a nos encontrarmos.

F.

F. é um francês de Lyon, muito inteligente e com um carisma único. Sabe o tipo de pessoa que você gosta de ter por perto? É ele. Eu fazia ligações para a A. P. e ele inclusive conversava com ela. Depois, compartilhei minha história sobre a A. P. e ele falou que tinha uma história parecida o que fez com que entendêssemos exatamente o que passávamos quando o assunto era conversar com essas mulheres haha. Sempre foi alguém que trouxe energia para os nossos passeios com muito bom humor. Uma pessoa muito leve

L.

L. foi o caso mais inesperado de todos, a mãe japonesa e o pai irlandês. Com seus 21 anos e extremamente dedicado para os estudos, ele se transformava na hora dos nossos passeios. Além disso, com o passar o tempo, ele sempre me chama para sair com os amigos dele e sempre organiza jogos até a gente sair para o passeio. Ele demonstrou extremo carinho em um dia e sei que uma palavra que tende a ele é lealdade por isso, sempre gosto de ver ele.

J.

Essa garota é incrível. Quando eu conheci, achei que ela tinha 18 anos, quando na verdade tinha 30. Suas primeiras palavras foram que ela era da Coreia do Norte e o pai dela era o Kim Jon Un (piada que permanece até hoje). Ela trabalha como consciousness coach na coreia. Incrivelmente, apesar da barreira linguística, sempre conseguimos nos comunicar bem com uma ótima conexão. Ela é definitivamente uma rede de apoio e sempre que possível, tento encontrar com ela.

K.

Foi uma rápida passagem, vinda de Osaka e vivendo no mundo há mais de 10 anos, tinha um sotaque extremamente britânico e muito esperta. Gostei de conhecer ela, porque ela também estava sempre sorrindo. Ela acabou escolhendo se mudar para Cork e nunca mais vi ela, mas enquanto ela estava aqui, sempre trouxe um jeito diferente de aproveitar o momento.

Dedicatória a todos os sorrisos

Aos meus amigos do In a bê, minha eterna admiração e carinho.

Última foto de todos juntos

Com carinho, Lucas

2 comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *