Um espaço de eco. Uma caixa de cartas esquecidas. Um arquivo de pensamentos que não encontraram endereço. Contém erros, pois é visceral. Tudo é Perfeito e vem sem esforço. Aqui o Leitor não é convidado, ele é tolerado.
Um espaço de eco. Uma caixa de cartas esquecidas. Um arquivo de pensamentos que não encontraram endereço. Contém erros, pois é visceral. Tudo é Perfeito e vem sem esforço. Aqui o Leitor não é convidado, ele é tolerado.

A experiência do Hostel
Pela primeira vez iria ficar em um hostel e não sabia exatamente como seria isso. O quarto era compartilhado com 3 beliches, ou seja, 6 camas. Honestamente, parecia que eu estava em um caixão porque toda vez que eu acordava eu batia a cabeça no teto.

Já na primeira hora enquanto ainda estava organizando minha mala, um cara veio falar comigo, seu nome era F. junto com um cara colombiano que não me lembro o nome. Comecei a conversar muito com o F. e ele falou que gostava de jogar xadrez, então decidimos jogar umas partidas antes de sair para ir no centro de Dublin.


Nunca mais vimos o cara da Colômbia após a primeira noite, ao mesmo tempo que todos os dias começamos a nos encontrar após as aulas para conversar e jogar Xadrez.
Eu achava que o F. estava no hostel há muito tempo, mas ele tinha falado que tinha chegado no quarto poucas horas antes de mim. Ele também me contou que era de Lyon na França e estava em Dublin como parte da graduação dele.
Primeiro dia de Aula
Dia 08 de setembro, o primeiro dia de aula!
Comecei a estudar na Atlas Language School. Uma das mais tradicionais escolas de Dublin, fiz meu teste de proficiência junto com a M. uma japonesa que pude praticar um pouco do meu japonês pela primeira vez.


Fui designado para a turma no nível B2 o que me surpreendeu um pouco já que tenho sérios problemas de gramática. Mas minha turma era bem diversificada. Pessoas do Japão, México, Colômbia, Bolívia, Coreia do Sul, Argentina e por ai vai.

Na parte da tarde, fomos para o passeio de introdução de Dublin. Foi bem legal e no fim tomamos a primeira Guinness em Dublin.

Voltando para o hostel, encontrei com o F. e ele estava conversando com um cara que aparentava ser japonês, seu nome era L., entretanto ele começou a contar que o pai dele era Irlandês e a mãe japonesa e ali se criava a tríade de um grupo chamado “in a bi”. Mas essa história eu deixo para outro dia…
Com carinho, Lucas